O Carinho
Tão bom
a tua companhia
a nossa partilha
Sorrir ao teu lado
a cada olhar
Tão bom…
Dar-te um abraço
Sentir os teus cabelos
o entrelaçar de nossos dedos…
Sentir o apertar da tua mão
o suspiro por mim respirado…
e cair por ti fraco…
Tão bom
O toque
dos teus labios ao beijar….
O encostar de nossos corpos
O cheiro do fechar
do nosso olhar…
Entregar-me,
deixar fluir
deixar jorrar…
o teu aceitar…
Tão bom
O sabor humido
dos teus beijos
a pele macia do teu rosto…
o calor do teu corpo
Que firme e esbelto
me enlouquece…
e o desejo quente
e incontrolavel…
Tão bom…
O nu do nosso toque
o arrepio ao passar
o carinho…o amor
que só tu me podes dar…
Dedicado a MJ
Autor:
Tiago Campos
Arquivo do blogue
sexta-feira, 10 de junho de 2011
sábado, 30 de abril de 2011
A descrença
A descrença
Hoje tal como ontem
não me apercebi
desmotivado ou chateado
baixei a cabeça
quando passou…
Hoje repetiu-se
a par da distracção
do desespero...
deixei passar
tudo o que tinha para dar
Perdeu-se...
Era hoje...
e quando menos contava
deixei escapar o que mais esperava
e ela foi-se…
deixando a esperança irritada
As vezes não vejo
outras duvido que vejo…
perdeu-se a oportunidade…
e inoportunamente
ansioso, deixou-me…
No meu rosto...
Viu a ignorância e era o medo...
que me faz permanecer atento
que ao mesmo tempo...
me pára no momento,
invade o pensamento.
Esta incomodada, foge...
não gosta da hesitação
não...a verdade não transparece
desta insinuação
desta falta de coragem
deitei-te fora...
quando estava aquém de mim
desperdicei o que queria
quando minha alma tremeu
uma falsa fé viste...
erradamente do meu eu
deitei fora!
deitei-te num lixo
e custa depois
da fome passada...
consumir-me
constantemente
nisto...
Autor:
Tiago Campos
Hoje tal como ontem
não me apercebi
desmotivado ou chateado
baixei a cabeça
quando passou…
Hoje repetiu-se
a par da distracção
do desespero...
deixei passar
tudo o que tinha para dar
Perdeu-se...
Era hoje...
e quando menos contava
deixei escapar o que mais esperava
e ela foi-se…
deixando a esperança irritada
As vezes não vejo
outras duvido que vejo…
perdeu-se a oportunidade…
e inoportunamente
ansioso, deixou-me…
No meu rosto...
Viu a ignorância e era o medo...
que me faz permanecer atento
que ao mesmo tempo...
me pára no momento,
invade o pensamento.
Esta incomodada, foge...
não gosta da hesitação
não...a verdade não transparece
desta insinuação
desta falta de coragem
deitei-te fora...
quando estava aquém de mim
desperdicei o que queria
quando minha alma tremeu
uma falsa fé viste...
erradamente do meu eu
deitei fora!
deitei-te num lixo
e custa depois
da fome passada...
consumir-me
constantemente
nisto...
Autor:
Tiago Campos
O ignorar
O ignorar
Cá vou eu…
sempre a andar
não vou parar
o que se atravessar
é para eu saltar
nada tenho para dar
não é contigo
não é o que tenho...
Eu vou ignorar
hoje morri...
Morri para o mundo
não tem compreensão
não escondo nada
porque não há justificação
porque não há razão,
para a depressão
para a desilusão
basta estar a chover
e tu sem querer
entendes que te odeio
devido algo que pensas
que escondo no meu ceio
e amuado não digo
que gosto nem odeio...
sem que amanha
recupere a imagem
que deixo de mim...
que também ignoro
em desprezo eu morro
e mesmo isso...
que para mim acontece
e o sentimento que prevalece
no pensamento do meu meio
em que estou que não aquece...
do meu meio…
simplesmente ignoro
e parto em rumo
do que transpareço
para a solidão...
com ódio e remorsos
tentados pelo
em meu coração.
Autor:
Tiago Campos
Cá vou eu…
sempre a andar
não vou parar
o que se atravessar
é para eu saltar
nada tenho para dar
não é contigo
não é o que tenho...
Eu vou ignorar
hoje morri...
Morri para o mundo
não tem compreensão
não escondo nada
porque não há justificação
porque não há razão,
para a depressão
para a desilusão
basta estar a chover
e tu sem querer
entendes que te odeio
devido algo que pensas
que escondo no meu ceio
e amuado não digo
que gosto nem odeio...
sem que amanha
recupere a imagem
que deixo de mim...
que também ignoro
em desprezo eu morro
e mesmo isso...
que para mim acontece
e o sentimento que prevalece
no pensamento do meu meio
em que estou que não aquece...
do meu meio…
simplesmente ignoro
e parto em rumo
do que transpareço
para a solidão...
com ódio e remorsos
tentados pelo
em meu coração.
Autor:
Tiago Campos
A raiva
A raiva
Não...
já não há espaço
para mais um surdo,
ou um mudo aflito...
não cresças dentro de mim
deixei o tempo,
passar a minha frente...
e controlado...
a resposta ficou por dar
ao meu ego aborrecido...
ficou por dizer...
a ultima palavra
que não se fez ouvir...
e uma posição
ficou por marcar
ferve em mim
em revolta...
quer lá voltar...
quer se virar e dizer...
o que tem para falar
porque...
eu quero esquecer,
esse pé que me pisou
a maneira de falar
a arrogância estúpida
e precipitada...
Estou irritado
deixei e ficou acumulado(a)
com vontade de vomitar
neste mundo tonto e desorientado...
quero paz...
estou cansado...
vivo a correr
não me apertes...
não me sufoques
deixa-me viver
não interessa...
o que faço hoje
o que amanha sou
não quero ser
aquilo, que querem
ou pensam que sou
Autor:
Tiago Campos
Não...
já não há espaço
para mais um surdo,
ou um mudo aflito...
não cresças dentro de mim
deixei o tempo,
passar a minha frente...
e controlado...
a resposta ficou por dar
ao meu ego aborrecido...
ficou por dizer...
a ultima palavra
que não se fez ouvir...
e uma posição
ficou por marcar
ferve em mim
em revolta...
quer lá voltar...
quer se virar e dizer...
o que tem para falar
porque...
eu quero esquecer,
esse pé que me pisou
a maneira de falar
a arrogância estúpida
e precipitada...
Estou irritado
deixei e ficou acumulado(a)
com vontade de vomitar
neste mundo tonto e desorientado...
quero paz...
estou cansado...
vivo a correr
não me apertes...
não me sufoques
deixa-me viver
não interessa...
o que faço hoje
o que amanha sou
não quero ser
aquilo, que querem
ou pensam que sou
Autor:
Tiago Campos
A declaração
A declaração
Pára, ouve
não posso mais
falar sem te ouvir
sentir-te sem te tocar
sorri, olha para mim
pára, pensa! o que se passa
estou fraco, cansado...
de pensar só em ti
e tu...
o que sentes?
não escondas,
diz a verdade,
o que pensas de mim?
o tempo passa
liberta-me!
diz me que sim
estou doido por ti
Quero beijar-te
quero levar-te
deixar a ansiedade
de desejar amar-te
Vem, apetece-te!
ninguém explica
isso, ninguém sabe
sente, quer e esquece...
entende...
a cumplicidade que vivemos?
a saudade e o desejo
que cresce sem receios...
e te deixa sem meios
a ti e a mim...
e nos faz suspirar
de embaraço
vem para mim...
Dedicado a MJ
Autor:
Tiago Campos
Pára, ouve
não posso mais
falar sem te ouvir
sentir-te sem te tocar
sorri, olha para mim
pára, pensa! o que se passa
estou fraco, cansado...
de pensar só em ti
e tu...
o que sentes?
não escondas,
diz a verdade,
o que pensas de mim?
o tempo passa
liberta-me!
diz me que sim
estou doido por ti
Quero beijar-te
quero levar-te
deixar a ansiedade
de desejar amar-te
Vem, apetece-te!
ninguém explica
isso, ninguém sabe
sente, quer e esquece...
entende...
a cumplicidade que vivemos?
a saudade e o desejo
que cresce sem receios...
e te deixa sem meios
a ti e a mim...
e nos faz suspirar
de embaraço
vem para mim...
Dedicado a MJ
Autor:
Tiago Campos
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Indiferença ou Controlo
Indiferença ou Controlo
á volta...
nada de importante acontece
nada me diz respeito...
apesar...
de atento ao perigo e ao azar
eu transpareço ignorar
ouvindo vozes que me querem puxar
pensava,
perguntar a uma delas...
o que me queres levar?
não tenho nada para dar
nem nada para tu roubares
mas não...
tentei deixar de ouvir...
fosse o quê e qual fosse
era como se nada vale-se...
uma interacção sem interesse
mas o desconhecido é
desconfiado e a curiosidade
ansiosa....
e a coragem imóvel
sem vontade de agir
fingia ignorar o medo
e não bastava...
desprezar para magoar
era necessária uma revolta física
mas...
o sangue não escorreu
e a minha voz não se ouviu
sem luta eu vi-me perder um lugar...
distanciei-me...
adiei em mim a oportunidade
pensei...eu só comigo
será que não consigo
viver em paz...
sem essas vozes que ignoro
fingindo-me de surdo e mudo
não consigo viver do nada?
porque se criam em mim
fantasmas imaginados
que mal conheço...
porque tem de existir em
mim sempre uma realidade
perssentida de preconceitos?
era uma defesa sem ataque
era a tristeza que me levava
sem troféus sem nada
era a fuga a um problema
e a oportunidade de crescer
no enfrentar de um desafio
era um obstáculo ou um teste
a sorte ou o azar
não sei...
pelas duvidas...
dos sonhos pendentes
e dos chamamentos desprezados
e como um cão que puxa o dono
ate sentir o sufoco,
eu mudava o rumo de um sonho
preso a um medo ou desgosto
quando a minha trela alguém puxava...
Autor:
Tiago Campos
á volta...
nada de importante acontece
nada me diz respeito...
apesar...
de atento ao perigo e ao azar
eu transpareço ignorar
ouvindo vozes que me querem puxar
pensava,
perguntar a uma delas...
o que me queres levar?
não tenho nada para dar
nem nada para tu roubares
mas não...
tentei deixar de ouvir...
fosse o quê e qual fosse
era como se nada vale-se...
uma interacção sem interesse
mas o desconhecido é
desconfiado e a curiosidade
ansiosa....
e a coragem imóvel
sem vontade de agir
fingia ignorar o medo
e não bastava...
desprezar para magoar
era necessária uma revolta física
mas...
o sangue não escorreu
e a minha voz não se ouviu
sem luta eu vi-me perder um lugar...
distanciei-me...
adiei em mim a oportunidade
pensei...eu só comigo
será que não consigo
viver em paz...
sem essas vozes que ignoro
fingindo-me de surdo e mudo
não consigo viver do nada?
porque se criam em mim
fantasmas imaginados
que mal conheço...
porque tem de existir em
mim sempre uma realidade
perssentida de preconceitos?
era uma defesa sem ataque
era a tristeza que me levava
sem troféus sem nada
era a fuga a um problema
e a oportunidade de crescer
no enfrentar de um desafio
era um obstáculo ou um teste
a sorte ou o azar
não sei...
pelas duvidas...
dos sonhos pendentes
e dos chamamentos desprezados
e como um cão que puxa o dono
ate sentir o sufoco,
eu mudava o rumo de um sonho
preso a um medo ou desgosto
quando a minha trela alguém puxava...
Autor:
Tiago Campos
O desleixo dos seres
O desleixo dos seres
Vejo o desleixo dos seres
que com medo se afastam!
neste meu jardim
sem querer descobri...
sei o que ainda lá está
destapo a pedra
e o sardão acorda assustado
levanto a tampa e
um dos rato sai do esgoto
molhado...
debaixo de algo...
alguém está enfiado...
Por baixo, do vaso, as minhocas
se repelam agitadas
surpreso arrepio-me e largo-o
deixo-me levar pelo vento
que junta o lixo aos cantos...
o que todos largam,
o que não é de ninguém
é das moscas a sujidade
é das formigas o que cai
o que sobra e vai fora...
e sigo andando...
na estrada morre e seca,
ate a pele, o cão, o gato...
feliz a larva que o come
e ainda antes de um destino,
de o sonho e morte de algo
Um peregrino pensa melhor no caminho.
num melhor abrigo...
aonde se escondem essas feridas
como se esquece essas dores
e o que transpiramos por esse peso.
e nós o que nos consome...
o que nós comove...
andando e correndo, espreito
esconderijos das almas
transtornado pelos segredos
eu descubro, como os abrigos
que se escolhem condicionam
um futuro...
e assim corro com stress
como quem foge...
tiro o cigarro...´
fumo e limpo o olho
esquece quem foi
segue na multidão
e atira a beata
como uma má ideia
para o alçapão.
e molhado á chuva
choro, escondo essa razão.
esse amor essa recordação
eu como outro ou qualquer um
pensa em lavar-se
ao chegar a casa e fechar-se...
Que uma cheia arraste,
que os livre do empurrão
e da pressa social
que se mexe sem identidade
que leve os fracos...
os injustos!
que os faça cair de cansaço
nessas ruas da crise, fome
e fracasso em que todos
roubam liberdade e
o nosso espaço
Autor:
Tiago Campos
Vejo o desleixo dos seres
que com medo se afastam!
neste meu jardim
sem querer descobri...
sei o que ainda lá está
destapo a pedra
e o sardão acorda assustado
levanto a tampa e
um dos rato sai do esgoto
molhado...
debaixo de algo...
alguém está enfiado...
Por baixo, do vaso, as minhocas
se repelam agitadas
surpreso arrepio-me e largo-o
deixo-me levar pelo vento
que junta o lixo aos cantos...
o que todos largam,
o que não é de ninguém
é das moscas a sujidade
é das formigas o que cai
o que sobra e vai fora...
e sigo andando...
na estrada morre e seca,
ate a pele, o cão, o gato...
feliz a larva que o come
e ainda antes de um destino,
de o sonho e morte de algo
Um peregrino pensa melhor no caminho.
num melhor abrigo...
aonde se escondem essas feridas
como se esquece essas dores
e o que transpiramos por esse peso.
e nós o que nos consome...
o que nós comove...
andando e correndo, espreito
esconderijos das almas
transtornado pelos segredos
eu descubro, como os abrigos
que se escolhem condicionam
um futuro...
e assim corro com stress
como quem foge...
tiro o cigarro...´
fumo e limpo o olho
esquece quem foi
segue na multidão
e atira a beata
como uma má ideia
para o alçapão.
e molhado á chuva
choro, escondo essa razão.
esse amor essa recordação
eu como outro ou qualquer um
pensa em lavar-se
ao chegar a casa e fechar-se...
Que uma cheia arraste,
que os livre do empurrão
e da pressa social
que se mexe sem identidade
que leve os fracos...
os injustos!
que os faça cair de cansaço
nessas ruas da crise, fome
e fracasso em que todos
roubam liberdade e
o nosso espaço
Autor:
Tiago Campos
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